Diferentes dimensões do racismo, da colonialidade, da violência da conquista, e da vida indígena no Brasil. Essas são algumas das vertentes abordadas por uma geração de artistas indígenas baianos, que usam a arte antirracista para construir memórias, denunciar opressões e mobilizar lutas.
Neste sábado (19), quando se celebra o "Dia dos Povos Indígenas", o g1 conversou com artistas indígenas que têm trabalhos consagrados no Brasil e no mundo.
Nascida em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia, a artista plástica, Arissana Pataxó, de 41 anos, aborda a temática como parte do mundo contemporâneo, na produção artística.
Arissana Pataxó se formou no curso de Artes Plásticas da Escola de Belas Artes, da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em 2009. Desde então, virou referência, inclusive foi curadora da representação brasileira na Bienal de Veneza, em abril de 2024.
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